Estes apêndices são para consulta. Não precisam ser lidos de uma vez: servem quando um termo do guia aparece sem explicação, quando o time de tecnologia pergunta o que conferir no site ou quando chega a hora de montar as planilhas do trabalho.
São três partes: um glossário com os termos usados nos sete capítulos, um checklist técnico do que o site precisa ter para ser lido pelas IAs e três modelos de planilha, cada um com as colunas e um exemplo da Lumora.
Glossário
Cada termo no sentido em que o guia o usa. Entre parênteses, o capítulo que trata do assunto com mais calma.
- AEO (Answer Engine Optimization): o trabalho de fazer a marca aparecer, ser bem descrita e ser recomendada nas respostas das IAs. Tem o SEO como base, mas cuida do que a IA conclui depois de ler.
- AI Mode: o modo de conversa da busca do Google, com respostas escritas por IA e links para as fontes.
- AI Overviews: o resumo escrito por IA que o Google mostra no alto da página de resultados em parte das buscas. Os cliques que ele gera chegam ao site como busca orgânica do Google.
- Alucinação: quando a IA afirma algo que nenhuma fonte diz, muitas vezes para preencher uma lacuna do site. O erro que vem de uma fonte desatualizada é outro caso: tem origem e se corrige nela.
- API: o caminho para um programa conversar com outro. Pela API, a pergunta à IA é feita por código, e a resposta nem sempre é igual à que a pessoa vê no aplicativo.
- Atribuição declarada: perguntar ao cliente como ele conheceu a marca, no formulário, no fim da compra ou na conversa de vendas. Capta a influência que não deixa rastro de clique (capítulo 7).
- Cauda longa: as perguntas longas e específicas, cada uma feita por pouca gente, que somadas pesam muito. Nas IAs, quase toda pergunta é assim, porque as pessoas escrevem como falam.
- CDN (Content Delivery Network): o serviço que entrega o site a partir de servidores espalhados pelo mundo e, muitas vezes, filtra quem entra. Uma opção ligada nela pode bloquear robôs de IA sem que o marketing saiba.
- Citação: quando a resposta aponta uma página ou um site como fonte, em geral com um link. Não é o mesmo que menção: a IA pode usar a página de uma marca sem indicá-la.
- Corroboração: fontes independentes confirmando o que a marca diz de si. É o que costuma faltar quando a IA conhece a marca, mas não a indica (capítulo 4).
- Crawler: ver Robô de IA.
- Dados estruturados: uma descrição da página escrita para máquinas, invisível para quem lê: isto é um produto, este é o preço, em reais. Ajudam a ler a página; não garantem que ela seja citada (capítulo 5).
- Diagnóstico: o retrato de como a marca aparece nas IAs (frequência, posição, concorrentes, tom e fontes), tema por tema e plataforma por plataforma. O primeiro vira o ponto de partida do trabalho (capítulo 4).
- Documento de mensagens: a folha de consulta comum a todos os times, com o posicionamento em linguagem simples, os temas com texto sugerido, as objeções com a resposta e os fatos (capítulo 6).
- Fato da marca: uma informação objetiva que a IA precisa acertar, como preço, garantia, prazo de entrega ou o que o produto não faz. Cada resposta sobre ele se classifica como certa, desatualizada, errada ou sem resposta (capítulos 2 e 4).
- Fonte: a página ou o site que a IA leu para responder. Pode ser da marca (o site, os anúncios nos marketplaces, as redes) ou de terceiros (avaliações, imprensa, comparativos, fóruns, vídeos).
- Fonte de verdade: o lugar oficial onde cada fato está publicado e em dia, em geral uma página do próprio site. É contra ela que se confere o que as IAs dizem, e é ela que se indica ao pedir uma correção.
- Fundo do funil: as perguntas de quem está perto de comprar, como "qual comprar?" e "vale a pena?". Pesam mais no negócio e costumam mudar mais rápido com o trabalho.
- GEO (Generative Engine Optimization): outro nome para o mesmo trabalho, mais usado quando se fala dos modelos que geram texto. Neste guia, AEO e GEO são sinônimos.
- HTML: o texto com marcações de que a página é feita, do jeito que o servidor entrega. É o que qualquer robô lê; no navegador, aparece em "Exibir código-fonte da página".
- Intenção da pergunta: o que a pergunta mede: se a IA indica a marca, se a conhece, se acerta os fatos ou como fala dela e da categoria (capítulo 3).
- Inventário de menções: a planilha do que já se fala da marca fora do site, fonte por fonte (capítulo 6). O modelo está na terceira parte destes apêndices.
- JavaScript: a linguagem dos programas que montam ou mudam a página no navegador. Muitos robôs de IA não a executam, e o que só aparece depois dela, para eles, não existe.
- JSON-LD: o formato que o Google recomenda para escrever os dados estruturados: um bloco de código dentro do HTML, que quem visita a página não vê.
- Linha de base: a medição registrada antes de qualquer mudança. Sem ela, não há como mostrar depois o que melhorou.
- llms.txt: uma proposta de arquivo, na raiz do site, que resume a empresa e aponta as páginas principais para modelos de linguagem. É só uma proposta: não há garantia de que as grandes plataformas o leiam.
- Log: ver Registro do servidor.
- Menção: quando a resposta cita o nome da marca. A visibilidade conta as respostas com menção; a posição e o tom dizem como ela foi feita.
- Modelo de linguagem (LLM, do inglês Large Language Model): o sistema de IA que escreve as respostas, com o que aprendeu no treino e, quando pesquisa na web, com o que encontra na hora.
- "Não sabe ou não confia?": o teste que compara as perguntas com o nome da marca (a IA conhece?) às perguntas sem o nome (a IA indica?). Se conhece e não indica, falta confirmação fora do site; se nem conhece, falta informação no site (capítulos 4 e 6).
- Objeção: a ressalva que pesa contra a marca na resposta, como "bonita, porém cara". Pode ser verdadeira, desatualizada ou falsa, e se responde com prova, não com negação (capítulos 4 e 6).
- Página de fatos: a página do site que publica, em texto, os fatos que a IA precisa acertar: preços, garantia, trocas, entrega, atendimento, quem é a empresa.
- Participação (share of voice): de todas as menções a marcas nas respostas, quantas são da sua. Se as respostas trazem vinte menções a marcas e cinco são da sua, a participação é de 25%.
- Plataforma de monitoramento: a ferramenta que faz as perguntas escolhidas às IAs todos os dias, sempre do mesmo jeito, guarda as respostas e calcula os números. Mede uma amostra controlada, não as conversas reais das pessoas.
- Posição: a ordem da marca entre as marcas da resposta. A posição média só conta as respostas em que ela aparece, por isso se lê junto com a visibilidade. A Lumora tem posição média 2,3, mas é a primeira indicação em só 9% das respostas.
- Posicionamento: para quem a marca é, que necessidade resolve e por que é a melhor escolha nesse caso. Cabe numa frase, que serve de régua para comparar as respostas das IAs (capítulo 2).
- Programa de AEO: o trabalho contínuo, com um coordenador, donos para cada fonte, metas e um calendário de revisões. É o contrário da campanha de um time só (capítulo 7).
- Prompt: a pergunta ou o pedido feito a uma IA. Neste guia, "pergunta" é o prompt que se repete, sempre igual, para medir a marca.
- Rediagnóstico: o diagnóstico completo refeito a cada trimestre, com a revisão das perguntas, das prioridades, dos fatos e das metas (capítulo 7).
- Registro do servidor (log): a linha que cada visita deixa no servidor ou na CDN, com a página pedida, o nome do visitante e a resposta que ele recebeu. Mostra quais robôs de IA leem quais páginas e se conseguiram ler (capítulo 5).
- Renderização no servidor: entregar a página já montada no HTML, em vez de montá-la no navegador com JavaScript. A pré-renderização chega ao mesmo resultado. As duas resolvem o problema do robô que não executa JavaScript.
- Resposta sem clique: quando a pessoa resolve a dúvida na própria resposta e não visita nenhum site. A influência existe, mas não aparece como visita.
- Robô de IA (crawler): o programa que visita páginas em nome de uma empresa de IA. Uns coletam para treinar os modelos, como o GPTBot e o ClaudeBot; outros buscam para responder, como o OAI-SearchBot e o PerplexityBot; outros abrem uma página a pedido de quem conversa, como o ChatGPT-User (capítulo 5).
- robots.txt: o arquivo na raiz do site (lumora.com.br/robots.txt) que diz a cada robô, pelo nome, o que pode visitar. É um pedido, não um cadeado: funciona porque os robôs das grandes empresas se comprometem a respeitá-lo.
- Schema.org: o vocabulário comum dos dados estruturados, criado pelos grandes buscadores. Dele vêm os tipos Organization (a empresa), Product (o produto), Offer (a oferta, com preço) e FAQPage (perguntas e respostas).
- Search Console: a ferramenta gratuita do Google que mostra com que buscas as pessoas chegam ao site, quais páginas estão no Google e que erros ele encontrou.
- Sentimento (ou tom): como a IA fala da marca, de forma positiva, neutra ou negativa, e por quê. Na Lumora, 61% das menções são positivas: design, acabamento e atendimento puxam para cima; preço e frete, para baixo.
- SEO (Search Engine Optimization): o trabalho de fazer as páginas serem encontradas, lidas e bem posicionadas nos buscadores. Continua sendo a base do AEO.
- Share of voice: ver Participação.
- Sitemap: o mapa do site, um arquivo (em geral
sitemap.xml) que lista as páginas para os robôs as encontrarem, inclusive as que têm poucos links apontando para elas. - Tema: um assunto em que a marca quer ser lembrada, como Leitura ou Sala pequena, medido por um conjunto de perguntas. Conta o resultado do tema, não o de uma pergunta isolada.
- Tráfego de referência: as visitas que chegam por um link de outro site; neste guia, da resposta de uma IA. A ferramenta de análise reconhece a origem pelo endereço de onde a pessoa veio, como chatgpt.com, ou por uma etiqueta UTM.
- Tráfego direto: as visitas sem origem conhecida: endereço digitado, favorito, aplicativo que não informa de onde a pessoa veio. Parte da influência das IAs cai aqui.
- Treino: a fase em que o modelo aprende, lendo um volume enorme de textos. O que entrou no treino só muda quando o modelo é atualizado; o que a IA pesquisa na hora de responder pode mudar assim que a página é lida de novo.
- User agent: o nome com que um navegador ou um robô se apresenta ao visitar uma página. Pode ser falso; as grandes empresas de IA publicam como confirmar que a visita é delas, em geral com a lista dos endereços IP dos seus robôs.
- UTM: uma etiqueta no fim do endereço, como
utm_source=chatgpt.com, que diz à ferramenta de análise de onde veio a visita. Algumas IAs acrescentam a delas aos links das respostas. - Visibilidade: em quantas respostas, do total, a marca aparece, num conjunto de perguntas e num período. Mede-se nas perguntas sem o nome da marca. Na semana do diagnóstico, a Lumora aparece em 46%.
Checklist técnico de leitura por IA
Use esta lista com quem cuida do site, de tempos em tempos e sempre depois de uma mudança grande: troca de plataforma, de hospedagem, de CDN ou do modelo das páginas. Cada item se confere com sim ou não. Os grupos seguem a ordem do capítulo 5, do mais barato e urgente ao mais trabalhoso, e lá está o porquê de cada um.
Acesso dos robôs
- O endereço
/robots.txtabre no navegador, e o que está escrito ali é o que o time acha que está. - Nenhuma regra fecha o site inteiro por engano, como um
Disallow: /no grupoUser-agent: *herdado de uma versão de testes. - Os robôs que buscam para responder, como o OAI-SearchBot e o PerplexityBot, não estão bloqueados.
- O Googlebot tem acesso normal: o AI Overviews e o AI Mode fazem parte da busca do Google e dependem dele.
- A regra para os robôs de treino, como o GPTBot e o ClaudeBot, e para o Google-Extended foi decidida de propósito, por quem responde pelo negócio, e está anotada com a data. Bloquear o Google-Extended não tira o site da busca do Google, mas pode reduzir o uso do site nas respostas do Gemini.
- Cada subdomínio (a loja, o blog) tem o próprio robots.txt conferido: as regras do site principal não valem para ele.
- A CDN, o firewall, a hospedagem e os plugins de segurança não bloqueiam robôs de IA por uma opção padrão ou esquecida, nem recusam quem pede muitas páginas seguidas. Confira no painel de cada um, não só no robots.txt.
- Nada fica na frente do conteúdo: verificação de idade, cadastro obrigatório, desafio do tipo "confirme que você é humano" ou texto que só carrega depois de aceitar os cookies.
- Nenhuma página importante tem a marcação
noindexpor engano. - O mapa do site existe, lista as páginas que importam, inclusive as de fatos, e está informado no robots.txt e no Search Console.
Páginas de fatos
- Cada fato da lista do capítulo 2 está publicado numa página do site, em texto, com a mesma frase da lista.
- Há páginas para preços, garantia, trocas e devoluções, entrega e frete (regiões, prazos e a regra do frete grátis), atendimento e "sobre".
- Essas páginas estão ligadas no menu ou no rodapé, e não só a partir do carrinho, e mostram a data da última atualização.
- A página "sobre" diz o que a empresa faz, para quem, desde quando, de onde e o que não faz. Na Lumora, inclusive que ela não vende lâmpadas avulsas.
- Cada fato tem a mesma redação em todo o site: o prazo da página de produto é o mesmo do rodapé e da página de entrega.
- Páginas com preço ou condição vencida, catálogos em PDF antigos e banners de promoções encerradas saíram do ar ou levam à página atual.
- A política de privacidade (o jeito usual de cumprir o dever de transparência da LGPD) e a de trocas estão publicadas e ligadas no rodapé.
- Os fatos do site batem com os dos anúncios nos marketplaces e com os do Perfil da Empresa no Google.
Conteúdo no HTML
- No "Exibir código-fonte da página" da home, dos produtos, dos preços e da página "sobre" aparecem o nome do produto, o preço e o texto principal, sem depender de um script da loja virtual.
- Preços, medidas, condições de frete e especificações estão em texto, não em imagem.
- Abas e botões de "ver mais" escondem o texto na tela, mas ele já está no código-fonte, e não é buscado só quando alguém clica.
- As avaliações que vêm de uma ferramenta de outra empresa aparecem no código-fonte, ou há um resumo delas em texto na página.
- Informação importante não fica só dentro de PDF, vídeo ou imagem; o vídeo tem resumo ou transcrição na página.
- Se o site é montado como aplicativo e o HTML inicial chega quase vazio, a tecnologia tem um plano de renderização no servidor ou de pré-renderização.
Estrutura das páginas
- Cada página tem um único título principal (o
h1) que diz do que ela trata, e o título da aba do navegador também. - Os subtítulos dizem o assunto ("Garantia de 2 anos em todas as luminárias"), cada seção trata de uma ideia, e a primeira frase responde ao subtítulo.
- Cada produto tem uma tabela de especificações em texto: medidas, potência, tipo de luz, regulagem, área indicada, voltagem.
- O produto tem sempre o mesmo nome nas páginas, nos anúncios e nos dados estruturados.
- O nome da marca aparece junto do que ela faz nas páginas principais, e não só no logotipo.
- As perguntas frequentes são as dúvidas reais do atendimento e do WhatsApp, com respostas curtas, e não uma parede de perguntas escritas para captar busca.
- Cada tema prioritário tem uma página própria, ligada às páginas de produto e de fatos.
Dados estruturados
- A home ou a página "sobre" tem
Organization, com nome, logotipo, site, contatos e os perfis oficiais da marca em outros sites (no camposameAs). - Cada página de produto tem
Product, com nome, descrição, marca e imagem, e, dentro dele,Offer, com o preço, a moeda (BRL) e a disponibilidade. - O preço dos dados estruturados é o mesmo da tela. Quando um preço muda, alguém confere os dois lugares, inclusive o que a loja virtual ou o plugin gera sozinho.
- Notas e avaliações só entram nos dados estruturados se forem reais e estiverem visíveis na página.
FAQPagesó aparece em página que mostra de fato as perguntas e as respostas marcadas.- Os dados passam sem erro nos validadores gratuitos do Google e do schema.org.
Desempenho e erros
- As páginas importantes abrem rápido também no celular e não caem em dia de promoção.
- Página removida sem substituta responde "não encontrada" (o erro 404).
- Página que mudou de endereço leva direto à nova equivalente (o redirecionamento 301), e não à home nem a uma cadeia de redirecionamentos.
- O certificado de segurança está válido, e as versões com e sem "www" levam ao mesmo endereço.
Medição
- O registro do servidor, ou o da CDN, guarda o nome de quem visitou cada página e a resposta que recebeu, e não mostra sequências de erro (403, 429, 5xx) para robôs de IA nas páginas que importam.
- Dá para separar nesse registro as visitas de cada robô de IA e confirmar as dos principais pela lista de endereços IP que as empresas publicam.
- As páginas que os robôs de IA mais visitam estão cruzadas com as que as IAs citam: visitada e citada, visitada e não citada, nem visitada.
- Os registros com endereço IP ficam com acesso restrito e pelo prazo definido com o jurídico e com quem cuida de privacidade (seis meses pelo Marco Civil da Internet; nada além do necessário pela LGPD).
- A ferramenta de análise do site tem um grupo só para as visitas que chegam das IAs, reconhecidas pelo endereço de origem e pelas etiquetas UTM.
- O Search Console está ligado, e alguém olha os erros que ele aponta.
- O formulário, o cadastro ou o fim da compra perguntam "como você nos conheceu?", com uma opção para as IAs e um campo aberto.
- A linha de base foi registrada, com data, antes da primeira mudança, e cada mudança no site entra no registro de ações do capítulo 7.
Modelos de planilha
Os três modelos cabem numa planilha comum, no Google Planilhas ou no Excel. São o mínimo para começar: acrescente colunas quando precisar, mas mantenha estas, porque é delas que saem as comparações de um mês para o outro.
Temas da marca
Guarda a lista de temas do capítulo 2, com o que a marca quer que a IA diga em cada um, e decide a ordem do trabalho. Uma linha por tema:
- Tema: o nome curto do assunto, do jeito que o cliente fala.
- Como queremos ser descritos: a frase que a marca gostaria de ler na resposta, tirada do posicionamento.
- Prova: o fato verificável que sustenta a frase e a página do site onde ele está.
- Peso no negócio: alto, médio ou baixo, conforme a receita ou os clientes que vêm desse tema.
- Onde estamos: o resultado do último diagnóstico no tema, com a posição e quem está na frente.
- Prioridade: a ordem de trabalho, decidida com as três perguntas do capítulo 2 (quanto pesa, quão longe está, quanto dá para mudar).
| Tema | Como queremos ser descritos | Prova | Peso no negócio | Onde estamos | Prioridade |
|---|---|---|---|---|---|
| Leitura | A luminária com luz de leitura regulável, para ler sem cansar a vista | LED com dimmer em todos os modelos; cúpula orientável na linha Arco (página de cada produto) | Alto | 2º lugar, atrás da Nórdica | 1 |
| Sala pequena | A marca de luminárias que cabe em qualquer canto da sala | Cada modelo pensado para ambientes de até 10 m²; linha Mini (página de cada produto) | Alto | 2º lugar; tema em disputa entre as IAs | 2 |
| Custo-benefício | Não é a mais barata, mas vale o que custa | Garantia de 2 anos e frete grátis acima de R$ 299 (páginas de garantia e de entrega) | Médio | Não aparece; a Aurora lidera | 3 |
Vale acrescentar o responsável por cada tema e os números das perguntas que o medem, que ficam na planilha seguinte.
Perguntas para rodar à mão
Serve para fazer as perguntas você mesmo, em cada IA, e anotar o que voltou: o melhor jeito de ganhar intuição antes de automatizar (capítulo 3). Use duas abas. Na aba Perguntas fica a lista fixa: o número, o tema, a intenção (indica, conhece, fato ou opinião) e a redação exata, que não muda de uma rodada para a outra. Na aba Respostas, uma linha por pergunta, por IA, por rodada:
- Data: o dia da rodada.
- IA: a plataforma em que a pergunta foi feita.
- Pergunta: o número ou a redação, igual à da aba Perguntas.
- Marcas citadas, na ordem: todas as marcas da resposta, de cima para baixo. A visibilidade e a posição da sua marca saem daqui.
- Fontes citadas: os sites que a resposta mostrou como fonte.
- Observação: o tom, a ressalva, o fato errado, o concorrente inesperado.
| Data | IA | Pergunta | Marcas citadas, na ordem | Fontes citadas | Observação |
|---|---|---|---|---|---|
| 13/10 | ChatGPT | Qual luminária de piso é boa para ler numa sala pequena? | 1. Nórdica; 2. Lumora; 3. Vértice | Reclame Aqui, Mercado Livre | Lumora descrita como "bonita, porém cara" |
| 13/10 | Perplexity | Qual luminária de piso é boa para ler numa sala pequena? | 1. Nórdica; 2. Aurora; 3. Vértice | Site da Nórdica, um guia de iluminação | Lumora não aparece; Aurora entra como a opção mais barata |
| 13/10 | Gemini | Quanto custa a Lumora Pro? | Lumora | Um comparativo antigo de luminárias | Diz R$ 389; o preço é R$ 349 desde agosto. Fato desatualizado |
Na hora de somar, leia separado. As perguntas com o nome da marca, como a da terceira linha, não entram na visibilidade nem na contagem de fontes: com a marca na pergunta, a IA tende a puxar o site dela (capítulo 4). Elas servem para conferir fatos e para o teste do "não sabe ou não confia?".
Inventário de menções
Lista o que já se fala da marca fora do site e decide o que fazer em cada fonte (capítulo 6). Uma linha por fonte. Comece pelas que as IAs mais citam nas perguntas sem o nome da marca e some as que você levantou no capítulo 2:
- Fonte: o site e a página.
- Citada pelas IAs?: se a fonte aparece nas citações do diagnóstico, e em quais IAs.
- O que diz da marca: um resumo, com os temas que cobre e a objeção que traz, se trouxer.
- Está certo e atualizado?: conferido contra a lista de fatos e contra o posicionamento.
- Relação com a fonte: se a página é da marca, de um parceiro, de alguém com quem já há contato ou de ninguém conhecido.
- Próximo passo: o que fazer e qual time faz.
| Fonte | Citada pelas IAs? | O que diz da marca | Está certo e atualizado? | Relação com a fonte | Próximo passo |
|---|---|---|---|---|---|
| Página da Lumora no Reclame Aqui | Sim; o Reclame Aqui é o site mais citado | Elogia o atendimento; as queixas são de frete, e algumas seguem em aberto | Em parte: as queixas abertas não trazem a regra do frete grátis acima de R$ 299 | É o perfil da marca no Reclame Aqui; o atendimento responde por ela | Responder às reclamações de frete em aberto, com a política completa (atendimento) |
| Um comparativo antigo de luminárias | Sim, pelo Gemini | Põe a Lumora Pro entre as boas opções para leitura, a R$ 389 | Não: o preço é R$ 349 desde agosto | Nenhuma | Pedir a correção ao veículo, com o link da página de preços (comunicação) |
| Anúncio da Lumora Pro no Mercado Livre | Sim; o Mercado Livre é o segundo site mais citado | As avaliações elogiam design e acabamento; as críticas falam de preço | Não cita os 10 m² nem a luz regulável | O anúncio é da marca | Pôr na ficha o preço atual, os 10 m² e a luz regulável (e-commerce) |
Numa aba à parte, anote as fontes que as IAs citam nos seus temas e que não falam da marca, como o guia de iluminação que está entre as mais citadas e não menciona a Lumora. É a lista de onde a marca falta, uma das três frentes do capítulo 6.
Os três modelos conversam entre si: os temas da primeira planilha dão nome às perguntas da segunda, e as fontes que aparecem na segunda são o ponto de partida da terceira. Com o registro de ações do capítulo 7 ao lado, eles contam a história inteira do programa.